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A educação como a conhecemos é uma adaptação a uma sociedade doente

  • Foto do escritor: tendaterraeducador
    tendaterraeducador
  • 11 de set. de 2025
  • 2 min de leitura
Claudio Naranjo
Claudio Naranjo

Vivemos em uma sociedade que normaliza o estresse, a desconexão, a fadiga, o consumismo e a violência.

Quando a educação apenas nos ensina a nos adaptar a isso, acaba perpetuando a doença.

A educação convencional não foi criada para o desenvolvimento integral do ser humano, mas sim para uma obediência letárgica.

Ela ajusta as crianças a um sistema que prioriza a produtividade em detrimento da vida.

Nascemos originais e morremos cópias.

Não precisamos que as crianças se adaptem às doenças do mundo.

Precisamos que a educação seja um processo de desenvolvimento do potencial e da consciência de cada um, capaz de criar uma humanidade diferente — e não apenas de manter o status quo.

Em vez de fomentar o potencial, a educação convencional reproduz os mesmos padrões:

·      Recompensa a obediência em detrimento da criatividade.

·      Valoriza a memória mais do que a compreensão.

·      Gera medo do erro em vez da paixão por aprender e explorar o mundo.

 

 

É por isso que a Parentalidade Consciente não é uma moda passageira — ela é urgente.

Precisamos de crianças com consciê

ncia, não apenas com diplomas.

A Educação Viva nos lembra que a educação é companheira da vida e nos convida a:

·      Respeitar o ritmo da criança.

·      Honrar e alimentar sua curiosidade.

·      Permitir a brincadeira e a criatividade.

·      Cuidar do seu ser, não apenas do seu fazer.

·      Fornecer ferramentas para navegar pelo mundo material, emocional e relacional.

Esse caminho envolve também uma desconstrução pessoal: revisitar feridas, crenças e formas de nos relacionarmos.

A educação convencional busca “preparar as crianças para a sociedade”.

Mas a urgência está em transformar a sociedade para que ela esteja à altura das nossas crianças.

Por fim, a verdadeira revolução educacional começa dentro de cada um de nós.

 


Texto Original Carlos Naranjo do perfil @lavidacomoescuela

Tradução e adaptação TendaTerra Educadora

 
 
 

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