A educação como a conhecemos é uma adaptação a uma sociedade doente
- tendaterraeducador
- 11 de set. de 2025
- 2 min de leitura

Vivemos em uma sociedade que normaliza o estresse, a desconexão, a fadiga, o consumismo e a violência.
Quando a educação apenas nos ensina a nos adaptar a isso, acaba perpetuando a doença.
A educação convencional não foi criada para o desenvolvimento integral do ser humano, mas sim para uma obediência letárgica.
Ela ajusta as crianças a um sistema que prioriza a produtividade em detrimento da vida.
Nascemos originais e morremos cópias.
Não precisamos que as crianças se adaptem às doenças do mundo.
Precisamos que a educação seja um processo de desenvolvimento do potencial e da consciência de cada um, capaz de criar uma humanidade diferente — e não apenas de manter o status quo.
Em vez de fomentar o potencial, a educação convencional reproduz os mesmos padrões:
· Recompensa a obediência em detrimento da criatividade.
· Valoriza a memória mais do que a compreensão.
· Gera medo do erro em vez da paixão por aprender e explorar o mundo.
É por isso que a Parentalidade Consciente não é uma moda passageira — ela é urgente.
Precisamos de crianças com consciê
ncia, não apenas com diplomas.
A Educação Viva nos lembra que a educação é companheira da vida e nos convida a:
· Respeitar o ritmo da criança.
· Honrar e alimentar sua curiosidade.
· Permitir a brincadeira e a criatividade.
· Cuidar do seu ser, não apenas do seu fazer.
· Fornecer ferramentas para navegar pelo mundo material, emocional e relacional.
Esse caminho envolve também uma desconstrução pessoal: revisitar feridas, crenças e formas de nos relacionarmos.
A educação convencional busca “preparar as crianças para a sociedade”.
Mas a urgência está em transformar a sociedade para que ela esteja à altura das nossas crianças.
Por fim, a verdadeira revolução educacional começa dentro de cada um de nós.
Texto Original Carlos Naranjo do perfil @lavidacomoescuela
Tradução e adaptação TendaTerra Educadora



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